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Aqui você confere projetos realizados por nossa equipe além das principais analises de tendencias no mercado de LifeStyle, interior design e comportamento.

projeto: LGM Apartment - arquitetura: Luciano Dalla Marta_local: São Paulo, Brasil

Apresentado por Arthur Decor & Marvelar

Projeto: LGM Apartment

Arquitetura: Luciano Dalla Marta

Local: São Paulo, Brasil


A arquitetura é frequentemente medida pelo que torna visível: forma, material, atmosfera. No entanto, seu valor mais profundo pode residir na maneira silenciosa como acompanha o tempo. Uma casa projetada para perdurar cria uma estrutura estável para a vida se desenrolar, permitindo que a luz, os objetos, as rotinas e as memórias deixem sua marca. Aqui, permanência descreve a capacidade de manter seu significado enquanto o mundo ao redor se transforma. Sua força reside em como ela se prepara para vidas que jamais podem ser totalmente previstas.


No alto de São Paulo, o apartamento LGM, do arquiteto Luciano Dalla Marta, dá forma física a essa ideia. Arquitetura, interiores, iluminação e mobiliário de coleção foram desenvolvidos como um todo contínuo, estabelecendo uma linguagem de precisão, continuidade material e sobriedade ponderada. Cada decisão contribui para uma residência que transmite uma sensação de compostura, mas que também se abre para a evolução.



As amplas janelas trazem a cidade e seus recantos verdes para o interior. As colunas estruturais imponentes do edifício são revestidas em pedra neutra e integradas ao ritmo espacial, emoldurando diferentes vistas da paisagem. Persianas de madeira natural suavizam a intensa luz do dia paulista, funcionando como um brise e transformando a atmosfera conforme a luz natural se move. Nos espaços sociais, um painel escultural de nogueira ancora a composição. Seus veios em forma de catedral conferem movimento e profundidade ao ambiente, enquanto portas de correr integradas permitem que o apartamento alterne entre espaços abertos e fechados. O calor da nogueira encontra o vidro, a pedra e os acabamentos minerais em uma paleta de materiais sóbria. O mobiliário recebe o mesmo cuidado: cada peça de coleção possui sua própria presença, ao mesmo tempo que amplia a arquitetura ao seu redor. Juntos, esses elementos fazem com que o interior pareça ter sido construído ao longo do tempo, mesmo que sua execução permaneça contemporânea.



As áreas privadas se voltam para o interior, com pisos de madeira e mármore expressivo criando um ambiente mais tranquilo e intimista. A suíte principal se desdobra como um mundo autossuficiente, integrando sala de estar, cozinha compacta e escritório. Essa camada adicional de independência permanece totalmente conectada à coerência material e espacial do projeto.



A luz constitui mais uma camada arquitetônica. Desenvolvida em parceria com o OM Studio, a iluminação permanece discretamente integrada aos espaços, ajustando sua temperatura de cor em diálogo com a luz natural. O controle técnico se torna atmosfera, e a atmosfera se torna parte do cotidiano.

O que emerge é um lar onde a durabilidade reside nas relações: entre estrutura e paisagem, precisão e aconchego, constância e mudança. Sugere que a atemporalidade é alcançada através de uma atenção minuciosa ao presente. Começa com a concepção de espaços suficientemente generosos para acolher tudo o que vier a seguir.


créditos:

artigo escrito por Daniela Moreira da Silvafilme de Architecture Hunter_capa e rolagem de imagens de Filippo Bamberghi

Onde o trabalho aprende a desacelerar



Apresentado por  Arthur Decor & Vertia

Local: São Paulo, Brasil



O ambiente de trabalho tornou-se um dos espaços mais claros para questionar como as pessoas querem viver, colaborar e se concentrar hoje em dia. Não sendo mais definido apenas pela eficiência, o escritório é cada vez mais esperado para oferecer atmosfera, conforto e um senso de pertencimento. À medida que as fronteiras entre espaços domésticos, de hospitalidade e profissionais continuam a se transformar, a paisagem ganha um papel renovado, guiando o movimento, emoldurando encontros e mudando a forma como as pessoas vivenciam o dia de trabalho.



Localizado em São Paulo, o Hanazaki Office, do Studio Guilherme Torres, explora essa relação por meio de um diálogo íntimo entre arquitetura e jardim. Projetado para o arquiteto paisagista Alex Hanazaki, o projeto surgiu de um terreno compacto e de uma ambição clara: tornar a vegetação uma presença dominante dentro da própria arquitetura.


O jardim como estratégia:

Em vez de tratar o jardim como algo externo ao edifício, o projeto inverte essa lógica. Aqui, a natureza não é apenas encontrada antes de entrar na arquitetura; ela se torna parte da experiência interior. O escritório é organizado em torno da ideia de que todos que trabalham ou visitam o espaço devem ter o olhar voltado para o verde. Com a área disponível no solo limitada, o jardim vertical tornou-se uma estratégia decisiva, permitindo que a paisagem se expandisse para cima e se tornasse parte integrante da experiência espacial.



Materiais que contam uma história:

A arquitetura é marcada por linhas limpas, materiais naturais e contrastes cuidadosamente compostos. Na entrada, uma parede branca encontra uma superfície preta que se estende como uma fita, envolvendo o térreo e conferindo peso visual aos andares superiores. O uso do shou sugi ban, uma técnica tradicional japonesa de madeira carbonizada, conecta o projeto à ancestralidade de Hanazaki e a uma sensação de organização serena.


No interior, em vez de se basear em divisórias rígidas, o projeto utiliza a vegetação como uma estrutura viva. A vegetação filtra as vistas, cria privacidade, define transições e suaviza a experiência de se movimentar pelo escritório. Essa qualidade sensorial continua no terraço, onde um pomar urbano introduz árvores frutíferas no denso contexto do centro de São Paulo.



Projetos como o Hanazaki Office nos lembram que os melhores ambientes nascem da soma entre arquitetura, paisagismo e os elementos que filtram, enquadram e definem a experiência da luz. É exatamente nessa interseção que atuamos — com cortinas, persianas e divisores de ambientes que respeitam o projeto e amplificam sua atmosfera.


O resultado é um ambiente de trabalho moldado pelo equilíbrio: a sobriedade das referências japonesas, a vitalidade da vegetação tropical brasileira, a compactação do terreno e a generosidade do jardim. Reuniões, conversas informais e momentos de concentração acontecem em uma atmosfera de tranquilidade, onde a luz, as texturas e o verde se integram ao ritmo cotidiano.



Natureza como linguagem de trabalho:

Para um escritório de paisagismo, esse gesto carrega um significado particular. O Hanazaki Office reflete o trabalho do estúdio através da experiência do próprio espaço. O jardim torna-se linguagem, identidade e método, mostrando como a paisagem pode promover conforto, criatividade e clareza espacial.


Se você é arquiteto, designer ou está planejando um espaço que merece esse mesmo nível de cuidado, convidamos você a conhecer nossas soluções. Nosso showroom na Alameda Gabriel Monteiro da Silva 1505, está disponível para atendimento com agendamento — venha ver de perto como cada detalhe pode transformar um ambiente. Agende sua visita aqui.



créditos: artigo escrito por Daniela Moreira da Silva, filme de Architecture Hunter_capa e rolagem de imagens do Estúdio NY 18

Premiado como melhor design na edição de 2025, Erik Bonissato retorna à SP-Arte para sua segunda participação à frente da marca BONNI.



Nesta edição, o designer apresenta a Coleção Monumental — um conjunto de dez lançamentos que tensiona as fronteiras entre arquitetura e mobiliário, ao mesmo tempo em que propõe uma reflexão sensível sobre o papel do design na experiência contemporânea do morar.



A exposição revela uma investigação profunda sobre forma, escala e materialidade. Nesse contexto, as lâminas de madeira natural das persianas Country Woods, da Hunter Douglas, estabelecem um diálogo sofisticado com a diversidade de matérias-primas presentes na instalação. Mais do que um elemento funcional, a madeira se afirma como linguagem — evidenciando textura, ritmo e profundidade como ferramentas expressivas.



Ao transformar a luz em matéria viva, as persianas ampliam a percepção espacial e introduzem uma camada sensorial dinâmica ao ambiente. A incidência luminosa, filtrada e modulada, passa a desenhar o espaço ao longo do dia, criando uma experiência que transcende o visual e alcança o campo sensorial.


Essa integração reforça o conceito central do trabalho de Bonissato: o design como protagonista na construção de experiências. Não se trata apenas de compor um ambiente, mas de criar atmosferas que envolvem, provocam e permanecem.



A realização do projeto conta com a parceria da Arthur Decor, responsável pela aplicação das persianas, contribuindo tecnicamente para a precisão e qualidade do resultado final.

As imagens da exposição, captadas por Cacá Bratke, traduzem com sensibilidade a essência do projeto, registrando a interação entre luz, matéria e forma — pilares que sustentam esta narrativa contemporânea do design.


Depoimento do profissional:

Na SP-Arte 2026, cada detalhe do projeto de Erik Bonissato traduz a força do design autoral — e a Arthur Decor tem orgulho de integrar essa experiência com soluções Hunter Douglas que valorizam a arquitetura e ampliam a linguagem dos interiores.

Para arquitetos e designers, nosso compromisso vai além do fornecimento: entregamos curadoria, precisão técnica e suporte especializado para transformar conceito em execução impecável.

Conte com a Arthur Decor para especificar soluções sob medida para os seus projetos.



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